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MADRID 25 mar. (EUROPA PRESS) -
As autoridades chinesas libertaram cinco cidadãos empregados por uma empresa norte-americana na segunda-feira, dois anos após sua detenção e o fechamento do escritório de Pequim por supostamente realizarem atividades fora do escopo da licença da empresa.
Um porta-voz da empresa de auditoria Mintz Group confirmou ao Financial Times que seus funcionários na capital chinesa "que foram detidos, foram todos libertados". "Somos gratos às autoridades chinesas pelo fato de nossos ex-colegas poderem agora estar em casa com suas famílias", acrescentou.
Os cinco trabalhadores foram presos pelas forças de segurança em março de 2023, acusados de ultrapassar o escopo dos poderes da empresa permitidos pelas autoridades chinesas.
A busca e as prisões levaram ao fechamento dos escritórios do Mintz Group em Pequim e Hong Kong e ao pagamento de uma multa de 1,5 milhão de dólares (quase 1,4 milhão de euros).
Apesar da libertação dos cinco funcionários, ainda não se sabe se todos os processos legais relacionados à empresa no gigante asiático foram resolvidos, de acordo com o Financial Times.
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