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MADRID 14 fev. (EUROPA PRESS) -
O judiciário russo condenou nesta sexta-feira um cidadão russo a treze anos de prisão sob a acusação de traição por supostamente ter vazado informações "sensíveis" para a inteligência ucraniana durante a invasão russa na Ucrânia.
Um tribunal regional na província de Rostov disse que a ré, identificada como Eugenia Rabova, estava "entregando informações aos serviços especiais da Ucrânia sobre a localização de instalações militares", de acordo com o escritório do promotor russo.
O tribunal disse que Rabova havia entrado em contato com um representante da inteligência ucraniana em janeiro de 2023 e, posteriormente, transmitiu informações pela Internet sobre as forças russas, o que colocou em risco a segurança nacional da Rússia.
Assim, ela foi considerada culpada de violar o artigo 275 do Código Penal Russo. As condenações por espionagem, sabotagem, traição e terrorismo aumentaram significativamente na Rússia desde o início da invasão da Ucrânia, há quase três anos. Muitos desses casos acarretam longas sentenças de prisão, embora os julgamentos sejam, em sua maioria, realizados a portas fechadas.
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