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MADRID 30 abr. (EUROPA PRESS) -
As forças de segurança das Filipinas informaram na quarta-feira que um cidadão chinês foi preso em posse de um "dispositivo de vigilância" nas proximidades da sede da comissão eleitoral do país, apenas duas semanas antes da eleição geral de meio de mandato marcada para maio.
O homem em questão é acusado de usar um dispositivo conhecido como "IMSI Catcher" para simular a operação de uma torre de telefonia móvel em um raio de um a três quilômetros dos escritórios da comissão.
Dois chineses presos em fevereiro passado também foram acusados de usar esses dispositivos perto de instalações militares e do governo filipino na capital, Manila.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, disse em uma coletiva de imprensa que está em contato com as autoridades filipinas para tratar dessas questões, depois que Pequim, na semana passada, descartou qualquer "interferência" no processo eleitoral.
"Peço aos políticos das Filipinas que não tentem desviar a atenção para as questões relacionadas à China em uma tentativa de tirar vantagem", enfatizou ele, depois que o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional das Filipinas, Jonathan Malaya, disse ao Senado que havia "indicações" de que havia "operações de informação" apoiadas pela China buscando interferir na eleição.
A China está supostamente usando as mídias sociais para disseminar essas informações e "redirecionar" a opinião pública. O roteiro dessas mensagens, segundo Manila, vem de Pequim, de acordo com informações relatadas pelo jornal "The Philippine Star".
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