Publicado 04/08/2025 06:39

Cidadão chinês acusado na Austrália por supostos crimes de espionagem

Imagem de arquivo de um policial australiano.
Joel Carrett/AAP/dpa

MADRID 4 ago. (EUROPA PRESS) -

A justiça australiana acusou nesta segunda-feira uma mulher de origem chinesa por supostamente ter cometido crimes de espionagem e "interferência estrangeira" nos assuntos internos do país, que tem registrado um aumento desse tipo de caso à medida que crescem as tensões com o gigante asiático.

A polícia australiana disse que a mulher, cujas ações "seguiram as diretrizes e os objetivos da inteligência chinesa", foi acusada de monitorar as atividades de "supostos dissidentes chineses no exterior" ao espionar as ações de um grupo budista local.

As forças de segurança, que confirmaram que a mulher é residente permanente no país e foi presa como parte de uma série de batidas no fim de semana, acusaram o Escritório de Segurança Pública da China de estar por trás dessas ações.

"Numerosos dispositivos eletrônicos foram encontrados durante essas batidas e agora estão sendo analisados", disse a polícia em um comunicado, que vem apenas uma semana depois que o governo australiano classificou a ameaça da China como uma das ameaças mais sérias ao país, apesar da melhoria das relações entre os dois lados no final de 2024.

Se for considerada culpada, ela poderá pegar até 15 anos de prisão.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado