ROUZBEH FOULADI / ZUMA PRESS / CONTACTOPHOTO
MADRID 7 nov. (EUROPA PRESS) -
O judiciário iraniano condenou o iraniano-americano Kamran Hekmati, de 70 anos, a dois anos de prisão por ter viajado a Israel há treze anos para participar da celebração do bar mitzvah judaico de seu filho, uma sentença que foi inicialmente fixada em quatro anos de prisão e que agora foi reduzida.
Vários de seus parentes indicaram que o homem, joalheiro de profissão, viajou ao Irã em maio passado para uma breve visita e, desde julho, está encarcerado na prisão de Evin, de acordo com relatos do The New York Times.
Um tribunal iraniano o condenou em agosto a quatro anos de prisão por violar a lei iraniana, que proíbe que seus cidadãos visitem Israel, embora a sentença tenha sido posteriormente reduzida para dois anos. Ele usou seu passaporte iraniano para viajar ao Irã, pois o país não reconhece a dupla cidadania, apesar de o homem ter se mudado para os Estados Unidos quando tinha treze anos de idade.
Um advogado da família informou que ele entrou com um recurso, embora ainda não tenha sido definida uma data para que o recurso seja decidido. Sua família espera que ele seja libertado o mais rápido possível por "motivos humanitários", pois "ele não estava envolvido em assuntos políticos" e "simplesmente visitou Israel por motivos pessoais".
Quatro americanos estão atualmente presos no Irã: Hekmati, o jornalista Reza Valizade e duas mulheres cujas identidades ainda não foram divulgadas. Por sua vez, o Departamento de Estado indicou que o Irã "tem um longo histórico de detenções injustas e ilegais", embora tenha se recusado a comentar casos individuais.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático