Publicado 28/04/2026 09:33

A CIAF destaca a hipótese de uma ruptura na via como causa do descarrilamento e da colisão

Archivo - Arquivo - Imagens da pista do Iryo (à esquerda) e da faixa (à direita) afetadas no acidente de Adamuz
CIAF - Arquivo

MONTORO (CÓRDOBA), 28 (EUROPA PRESS)

A Comissão de Investigação de Acidentes Ferroviários (CIAF) apresentou um novo relatório à juíza da 2ª Vara do Tribunal de Primeira Instância de Montoro (Córdoba), responsável pelo caso do acidente ferroviário de Adamuz, que no domingo, 18 de janeiro, causou 46 mortos e mais de 120 feridos, e conclui que a causa do descarrilamento e da colisão subsequente foi “a existência de uma ruptura no trilho na altura do ponto quilométrico 318,681”.

É o que expõe a CIAF em seu relatório, ao qual a Europa Press teve acesso, referente aos estudos sobre o momento, local e hora do acidente, no qual destaca que “não há evidência, nos dados analisados, de que existam anomalias em nenhum dos dois trens envolvidos antes das 19h43min33s, momento em que o vagão 6 do trem Iryo circulava na altura do ponto de ruptura do fio externo da via 2”.

Trata-se de um relatório interno com o objetivo de estabelecer um quadro espaço-temporal do ocorrido. Os dados contidos são provisórios até a elaboração do relatório final, “podendo surgir, durante a investigação, novas descobertas que modifiquem as hipóteses consideradas para os cálculos efetuados”, conforme destacado.

(EP)

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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