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MADRID 17 abr. (EUROPA PRESS) -
As autoridades chinesas voltaram a solicitar nesta sexta-feira a retirada total de todas as sanções impostas pelos Estados Unidos contra a Venezuela e reiteraram que Pequim se opõe ao “abuso” desse tipo de medidas, comentários que surgem após Washington ter anunciado a retirada das restrições ao sistema bancário venezuelano.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun, indicou que “a China sempre se opõe à imposição de sanções unilaterais e às ações que carecem de fundamento no Direito Internacional ou que não tenham sido autorizadas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas”.
“A cooperação entre a China e a Venezuela é protegida pelo Direito Internacional e pelas legislações dos dois países. Por isso, os direitos e interesses legítimos da China na Venezuela devem ser garantidos”, esclareceu, segundo informações coletadas pelo jornal estatal chinês 'Global Times'.
Foi assim que respondeu a uma pergunta sobre o possível impacto das medidas adotadas pelos Estados Unidos sobre as questões comerciais que dizem respeito à Venezuela, e que continuam excluindo entidades russas, iranianas, norte-coreanas, cubanas e chinesas, às quais proíbe realizar transações com o país caribenho.
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