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Pequim afirma que "o diálogo e a negociação são a única maneira viável" de pôr fim à guerra
MADRID, 13 fev. (EUROPA PRESS) -
O governo chinês ficou "satisfeito" na quinta-feira com o "fortalecimento das comunicações" entre os Estados Unidos e a Rússia, depois que o presidente norte-americano Donald Trump conversou com seu colega russo, Vladimir Putin, sobre a guerra na Ucrânia, desencadeada em fevereiro de 2022 após a ordem de invasão dada pelo Kremlin.
"A China está feliz em ver a Rússia e os Estados Unidos fortalecerem suas comunicações e o diálogo sobre várias questões internacionais", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Guo Jiakun, que acrescentou que ambos os países são "influentes", segundo o Global Times.
Ele reiterou que "a China sempre acreditou que o diálogo e a negociação são a única maneira viável de sair da crise - em referência à guerra na Ucrânia - e sempre insistiu em promover a paz e o diálogo".
Guo enfatizou que o presidente chinês Xi Jinping "propôs, no segundo dia da guerra, buscar uma solução política para a disputa" e acrescentou que Pequim "apóia todos os esforços que possam levar a uma resolução pacífica da crise".
Nesse sentido, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China reiterou que o gigante asiático "continuará a se comunicar com as partes relevantes e continuará a desempenhar um papel construtivo na promoção de uma solução política para a crise".
Recentemente, Trump manteve uma conversa telefônica com Putin, na qual eles discutiram a guerra na Ucrânia e se comprometeram a iniciar negociações "imediatamente" para encerrar o conflito. O presidente russo apoiou a tese de seu colega americano de que chegou a hora de a Rússia e os EUA deixarem de lado suas diferenças e "trabalharem juntos".
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