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MADRID 18 mar. (EUROPA PRESS) -
Os governos da China e da Rússia expressaram nesta terça-feira sua preocupação com o temor de uma nova escalada na Faixa de Gaza como resultado dos bombardeios lançados por Israel nas primeiras horas da manhã de hoje, que deixaram mais de 300 mortos, segundo estimativas preliminares das autoridades de Gaza.
Pequim expressou "extrema preocupação" e, por meio da porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Mao Ning, pediu a todas as partes que continuem implementando o acordo de cessar-fogo que entrou em vigor em meados de janeiro.
Mao disse em uma coletiva de imprensa que tanto Israel quanto as milícias palestinas devem evitar qualquer ação que possa aumentar as tensões e agravar a crise humanitária na Faixa de Gaza, informa a agência de notícias DPA.
Para o Kremlin, trata-se também de uma questão de retorno à "espiral de tensões", conforme declarou o principal porta-voz da presidência russa, Dimitri Peskov, em declarações à mídia. "Estamos preocupados", reconheceu Peskov, alertando para o alto número de vítimas entre a população civil na Faixa de Gaza.
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