Publicado 25/07/2026 04:30

A China e a Rússia defendem impedir o “rearmamento” do Japão e apostam no fortalecimento da “cooperação estratégica”

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, ao lado de seu homólogo chinês, Wang Yi.
Europa Press/Contacto/Russian Foreign Ministry

MADRID 25 jul. (EUROPA PRESS) -

Os ministros das Relações Exteriores da China e da Rússia, Wang Yi e Sergei Lavrov, respectivamente, defenderam a necessidade de impedir o “rearmamento” do Japão e se comprometeram a “defender os resultados da Segunda Guerra Mundial”, ao mesmo tempo em que promovem a “cooperação estratégica” entre as partes.

Após uma reunião realizada no Quirguistão, ambos instaram a “impedir, sob qualquer circunstância, o rearmamento do Japão”, conforme indicado pelo Ministério das Relações Exteriores chinês em um comunicado.

Assim, alertaram que o país vizinho busca aumentar a implantação de armamentos em um momento de crescente tensão na região, especialmente após a posse da primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, que chegou a afirmar que, em caso de uma possível crise em torno de Taiwan, o Japão poderia recorrer ao uso da força.

Por outro lado, ambos destacaram a importância dos fóruns internacionais e de ampliar a cooperação em plataformas multilaterais, como a Organização de Cooperação de Xangai (OCS).

Nesse sentido, o ministro chinês enfatizou a importância de continuar contando com o apoio mútuo da ONU e de outras organizações internacionais, enquanto Lavrov expressou sua “satisfação” pelas boas relações existentes entre a Rússia e a China.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia indicou em um comunicado que ambos abordaram as relações com os Estados Unidos e os últimos acontecimentos relacionados à invasão da Ucrânia, ao mesmo tempo em que destacaram a “convergência” ou “semelhança” de suas posições em relação à maioria das questões levantadas.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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