Publicado 13/01/2026 02:45

China rejeita tarifa "indiscriminada" de Trump contra países que negociam com o Irã

Archivo - Arquivo - NOVA YORK, 13 de fevereiro de 2025 — O embaixador chinês nos Estados Unidos, Xie Feng, discursa durante a gala do 20º aniversário da Câmara Geral de Comércio da China nos EUA (CGCC) na cidade de Nova York, Estados Unidos, em 11 de feve
Europa Press/Contacto/Li Rui - Arquivo

MADRID 13 jan. (EUROPA PRESS) -

As autoridades chinesas manifestaram nesta terça-feira sua “firme” rejeição à tarifa de 25% anunciada ontem pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra qualquer país que faça negócios com o Irã, e garantiram que tomarão “todas” as medidas necessárias para proteger seus interesses diante do que classificaram como “sanção unilateral ilícita”.

“A posição da China contra a imposição indiscriminada de tarifas é coerente e clara”, afirmou o porta-voz da Embaixada chinesa em Washington, Liu Pengyu, em sua conta na rede social X, onde lembrou que “a coerção e a pressão não podem resolver os problemas”.

O representante chinês, que alertou que as guerras comerciais “não têm vencedores”, indicou que seu governo “se opõe firmemente a qualquer sanção unilateral ilegal e à jurisdição extraterritorial”.

Além disso, ele garantiu que o gigante asiático “tomará todas as medidas necessárias para salvaguardar seus direitos e interesses legítimos”, após afirmar que “o protecionismo prejudica os interesses de todas as partes”.

Suas declarações são as primeiras do Executivo de Xi Jinping depois que o presidente americano anunciou a aplicação imediata de uma tarifa de 25% a qualquer país que faça negócios com as autoridades iranianas, após ameaçar repetidamente Teerã com represálias alegando a morte de manifestantes.

“Esta ordem é definitiva e conclusiva”, afirmou o inquilino da Casa Branca em um breve anúncio no Truth Social. Trump manifestou nos últimos dias sua intenção de apoiar os protestos que vêm ocorrendo há dias nas principais cidades iranianas e que, segundo grupos de direitos humanos, já teriam custado a vida de mais de 600 pessoas.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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