Publicado 15/09/2025 06:30

A China rejeita o pedido dos EUA de sanções aos compradores de petróleo russos: "É intimidação e coerção".

10 de setembro de 2025, China, Pequim: Lin Jian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, fala durante a reunião diária do ministério. A China condenou veementemente o ataque aéreo de Israel à capital do Catar, Doha. Foto: Johannes Neudec
Johannes Neudecker/dpa

MADRID 15 set. (EUROPA PRESS) -

O governo chinês criticou os últimos apelos de Washington para que seus parceiros imponham tarifas sobre seus produtos, bem como sanções sobre a compra de petróleo russo. "É um ato típico de intimidação unilateral e coerção econômica", disse Pequim.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lin Jian, observou que essa nova medida dos EUA "prejudica seriamente as regras do comércio internacional e ameaça a segurança e a estabilidade das cadeias industriais e de suprimentos globais".

Nesse sentido, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores ressaltou que a China se reserva o direito de responder da forma que considerar adequada para preservar os interesses comerciais do gigante asiático, conforme explicou em uma coletiva de imprensa na segunda-feira.

Lin se referiu, nesses termos, às recentes declarações do secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, instando a OTAN e os países do G7 a agirem contra aqueles que continuam a comprar petróleo da Rússia, incluindo a China, como a única maneira de acabar com a guerra na Ucrânia.

O porta-voz reiterou que a pressão econômica não é a maneira de acabar com a guerra, mas sim o diálogo, em um momento em que autoridades de Washington e Pequim estão realizando reuniões comerciais em Madri.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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