Publicado 12/06/2026 09:59

A China rejeita as sanções "ilegais" dos EUA por seu suposto papel na aquisição de armas para o Irã

Archivo - Arquivo - 10 de setembro de 2025, China, Pequim: Lin Jian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, fala durante a coletiva diária do ministério. A China condenou veementemente o ataque aéreo de Israel à capital do Catar, Doha.
Johannes Neudecker/dpa - Arquivo

MADRID 12 jun. (EUROPA PRESS) -

O governo da China rejeitou nesta sexta-feira as últimas sanções “unilaterais e ilegais” impostas pelos Estados Unidos a nove pessoas e entidades no Irã e na China, acusadas de terem tentado adquirir material militar para a Guarda Revolucionária Iraniana.

“Como já deixamos claro em repetidas ocasiões, a China se opõe firmemente às sanções ilegais e unilaterais que não têm fundamento no Direito Internacional ou não são autorizadas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas”, afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Lin Jian.

Assim, ele garantiu que as autoridades do gigante asiático “adotarão todas as medidas necessárias para proteger firmemente os direitos legítimos e os interesses das empresas e dos cidadãos chineses”, conforme noticiado pelo jornal chinês ‘Global Times’.

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou na quarta-feira o referido conjunto de sanções, que afeta cinco pessoas, quatro delas de nacionalidade chinesa e a quinta iraniana, além de quatro empresas, todas com sede em Hong Kong, exceto uma, sediada em Xangai. “O Tesouro não tolerará qualquer tipo de apoio ao Exército iraniano”, acrescentou Washington.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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