Publicado 09/07/2025 05:20

A China rejeita as acusações alemãs de que um de seus aviões foi alvo de um laser chinês

O gigante asiático pede que Berlim seja "pragmático" e defende o "fortalecimento da comunicação" e a "prevenção de mal-entendidos".

Archivo - Arquivo - Mao Ning, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China.
Johannes Neudecker/dpa - Arquivo

MADRID, 9 jul. (EUROPA PRESS) -

O governo chinês rejeitou nesta quarta-feira as acusações alemãs de que Pequim teria apontado um laser contra um avião alemão que fazia parte da missão naval da União Europeia (UE) no Mar Vermelho, 'Aspides', antes de ressaltar que tais afirmações são "totalmente inconsistentes com os fatos".

"A informação apresentada pelo lado alemão é totalmente inconsistente com os fatos conhecidos pelo lado chinês", disse Mao Ning, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, conforme relatado pelo jornal chinês 'Global Times'.

Ela enfatizou que a marinha chinesa "realiza operações de escolta no Golfo de Áden e nas águas ao largo da Somália, cumprindo sua responsabilidade como uma grande potência e contribuindo para a manutenção da segurança das rotas marítimas internacionais".

Mao também disse durante sua conferência de imprensa que Pequim "mantém uma boa comunicação com o lado alemão na Europa" e enfatizou que "ambos os lados devem adotar uma atitude pragmática, fortalecer a comunicação de maneira apropriada e evitar mal-entendidos e julgamentos errôneos".

As observações de Mao foram feitas um dia depois que a Alemanha convocou o embaixador chinês em Berlim para protestar contra o suposto uso de um laser pela marinha chinesa para atingir uma aeronave alemã "durante a operação 'Aspides' da UE". "Colocar o pessoal alemão em perigo e interromper a operação é completamente inaceitável", disse o Ministério das Relações Exteriores da Alemanha em sua conta na rede social X.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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