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MADRID 30 jan. (EUROPA PRESS) - O governo da China expressou nesta sexta-feira sua solidariedade a Cuba e rejeitou as novas ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre sua ideia de impor tarifas aos países que fornecem petróleo à ilha.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, referiu-se a estas últimas medidas coercivas da administração Trump como “práticas desumanas” que podem privar os cubanos de seus direitos.
“A China apoia firmemente Cuba na defesa de sua soberania e segurança nacionais e na rejeição à interferência externa”, reafirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores em entrevista coletiva.
Na véspera, Trump assinou uma ordem executiva para impor tarifas às exportações dos países que fornecem petróleo à ilha, que sofre uma grave escassez, num contexto em que perdeu o seu grande fornecedor, a Venezuela, e outro dos seus habituais fornecedores, o México, que recentemente suspendeu um envio, sob pressão de Washington.
O líder norte-americano justificou sua decisão alegando a suposta ameaça “incomum e extraordinária” que a pequena ilha representa para a segurança nacional dos Estados Unidos.
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