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MADRID 11 jun. (EUROPA PRESS) -
O governo da China reiterou nesta quinta-feira sua “grave preocupação” com a nova troca de ataques entre os Estados Unidos e o Irã e ressaltou que a via militar “não pode resolver” as disputas entre os dois países, em meio ao conflito iniciado em 28 de fevereiro pela ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o país asiático.
“A China está gravemente preocupada com a situação atual”, afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Lin Jian, que destacou que “o confronto pela força apenas exacerbará as tensões” e que “os meios militares não podem resolver problemas fundamentais”, conforme noticiado pelo jornal chinês 'Global Times'.
Assim, ele afirmou que “a soberania, a segurança e a integridade territorial dos países da região merecem ser respeitadas e mantidas”, por isso pediu às partes que “cessem imediatamente as operações militares, retornem ao diálogo e às negociações, respondam aos esforços de mediação dos países envolvidos e trabalhem para alcançar o mais rápido possível um cessar-fogo abrangente e duradouro”.
As palavras de Lin vieram após um segundo dia consecutivo de ataques cruzados na região entre Washington e Teerã, uma situação que levou o Irã a alertar que os últimos bombardeios americanos “tornam praticamente inútil” o acordo de cessar-fogo alcançado em abril.
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