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MADRID, 28 abr. (EUROPA PRESS) -
O governo chinês se recusou a comentar na segunda-feira o reconhecimento oficial da Coreia do Norte sobre o envio de militares norte-coreanos à Rússia para ajudar as forças russas a repelir a incursão do exército ucraniano na região de Kursk em agosto de 2024.
"Deixamos clara nossa posição sobre as trocas bilaterais entre a Rússia e a Coreia do Norte muitas vezes", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, que insistiu que "a posição da China sobre a crise ucraniana é consistente e clara", segundo o portal de notícias chinês Guancha.
A reação ocorre logo após as autoridades norte-coreanas confirmarem pela primeira vez que enviaram tropas à Rússia para combater as forças ucranianas em operações que agora consideram concluídas, após o que o presidente russo Vladimir Putin agradeceu a Pyongyang por seu apoio na contraofensiva na região de Kursk.
O gigante asiático também rejeitou nas últimas semanas as acusações feitas por Kiev sobre seu papel no conflito, desencadeado pela ordem de invasão dada em fevereiro de 2022 pelo presidente russo Vladimir Putin, especialmente após as alegações ucranianas sobre a captura de vários soldados nos combates na província de Donetsk (leste).
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