JULIEN DELFOSSE / DPPI Media / AFP7 / Europa Press
MADRID 24 mar. (EUROPA PRESS) -
As autoridades chinesas apresentaram nesta terça-feira uma nota de protesto ao Japão depois que um homem que se identificou como membro das forças armadas japonesas invadiu a Embaixada da China em Tóquio, capital japonesa, e ameaçou assassinar diplomatas e funcionários da missão diplomática.
O incidente provocou um recrudescimento da tensão entre Pequim e Tóquio, com as relações já abaladas devido a declarações da primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, sobre a questão de Taiwan.
Agora, o governo chinês afirmou estar “chocado” com este acontecimento, que está sendo investigado. Fontes próximas ao caso indicaram, em declarações à emissora japonesa NHK, que o homem teria entrado “fortemente armado” na Embaixada, onde as forças de segurança encontraram uma faca após detê-lo.
No entanto, até o momento, descartam-se danos ou feridos, embora o Ministério das Relações Exteriores chinês tenha insistido que seu objetivo seria “ameaçar matar diplomatas chineses”. Lin Jian, porta-voz do Ministério, afirmou que o indivíduo em questão “admitiu suas ações”.
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