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MADRID 7 abr. (EUROPA PRESS) -
O governo chinês expressou nesta segunda-feira sua vontade de "colaborar" com a Coreia do Sul para "manter a estabilidade política e social" após a destituição definitiva do ex-presidente Yoon Suk Yeol, que foi completamente afastado do cargo de chefe de Estado depois que o Tribunal Constitucional ratificou a medida adotada em dezembro pelo Parlamento.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, indicou que Pequim "tomou nota das decisões" tomadas na Coreia do Sul, um assunto que considera parte de sua política interna, embora tenha expressado seu desejo de que Seul "avance com sua agenda política de forma ordenada".
Nesse sentido, ele destacou que a política da China em relação ao país vizinho continua sendo "estável, segura" e "consistente" com o que foi estabelecido até agora, ao mesmo tempo em que reafirmou sua disposição de "cooperar".
Para isso, disse ele, as partes devem "aderir firmemente à intenção de estabelecer relações diplomáticas amigáveis para benefício mútuo e com o objetivo de promover o desenvolvimento e a parceria estratégica".
Suas palavras foram proferidas logo após o Tribunal Constitucional ter confirmado a demissão de Yoon, que foi demitido pelo parlamento após declarar a controversa lei marcial, uma medida que mergulhou o país em uma grave crise interna. O país agora terá que realizar uma eleição presidencial - prevista para junho - para nomear um novo chefe de estado.
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