Europa Press/Contacto/Huang Jingwen
MADRID 26 jun. (EUROPA PRESS) -
O governo chinês pediu à OTAN que corrija sua "percepção errônea" do gigante asiático e não o use como desculpa para justificar o aumento dos gastos com defesa, um dia depois que os membros da Aliança Atlântica concordaram em Haia em aumentar o nível de investimento militar para 5% do PIB dentro de uma década, conforme solicitado pelo presidente dos EUA, Donald Trump.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, respondeu na terça-feira às declarações do secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, que aludiu às crescentes capacidades militares da China como um elemento a ser levado em conta para investir mais em defesa, e garantiu que são os membros da Aliança que respondem por 55% dos gastos mundiais nessa área.
"Qual é exatamente a intenção?", perguntou o porta-voz em uma coletiva de imprensa, na qual afirmou que Pequim sempre busca contribuir para a paz e a estabilidade globais, como tentou fazer, por exemplo, ao defender uma solução diplomática para o conflito na Ucrânia, informa o jornal oficial 'Global Times'.
Ele pediu que a OTAN "ouça as vozes justas da comunidade internacional" e "abandone a mentalidade da Guerra Fria de confronto entre blocos". Guo também espera que esses países "parem de manipular as questões relacionadas à China".
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático