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MADRID 24 fev. (EUROPA PRESS) - O governo da China reiterou nesta terça-feira seu apelo ao “diálogo e às negociações” como “a única via viável” para pôr fim à guerra na Ucrânia, desencadeada há exatamente quatro anos pela ordem de invasão assinada pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin, em 24 de fevereiro de 2022.
“A posição da China sobre a crise na Ucrânia tem sido consistente e clara”, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Mao Ning. “Recentemente, a crise na Ucrânia viu a porta se abrir para o diálogo, com todas as partes mantendo o impulso das conversações”, destacou.
Assim, expressou o desejo de Pequim de que “todas as partes aproveitem a oportunidade para chegar a um acordo de paz abrangente, duradouro e vinculativo”, segundo informou o jornal chinês Global Times. “A China está preparada para trabalhar com a comunidade internacional e continuar a desempenhar um papel construtivo na promoção de um acordo político para a crise”, concluiu.
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