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MADRID 17 mar. (EUROPA PRESS) -
As autoridades chinesas apelaram nesta segunda-feira ao "diálogo" e à "negociação" após o segundo ataque em menos de 24 horas dos rebeldes houthis contra o porta-aviões norte-americano USS Harry S. Truman no Mar Vermelho, onde a tensão aumentou no fim de semana depois que os Estados Unidos lançaram uma operação em grande escala contra o grupo iemenita, após este ter anunciado a retomada de seus ataques contra a navegação na região.
"A China se opõe a qualquer ação que exacerbe a tensão no Mar Vermelho. A situação e a questão do Iêmen têm causas complexas e devem ser tratadas adequadamente por meio desses canais", disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, segundo o The Paper.
Os rebeldes disseram anteriormente que haviam disparado 18 mísseis contra o navio e vários de seus navios de escolta em resposta ao bombardeio dos EUA, que matou mais de 50 pessoas. O ataque de segunda-feira seguiu-se a outro no domingo como um "contra-ataque" à ofensiva de sábado.
Por sua vez, o governo dos EUA garantiu que continuará a bombardear o território iemenita "se os rebeldes continuarem a atacar navios no Mar Vermelho". O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que usará "força brutal" contra o grupo depois que mais de 50 pessoas foram mortas durante ataques no Iêmen no fim de semana.
Os houthis retomaram seus ataques em resposta à decisão de Israel de cortar a ajuda humanitária e a eletricidade na Faixa de Gaza, apesar do cessar-fogo em vigor desde 19 de janeiro.
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