Publicado 13/07/2026 08:01

A China pede que se chegue a um acordo para o “restabelecimento o mais rápido possível” da “passagem segura” pelo Estreito de Ormuz

Salienta que a reabertura da rota marítima “beneficia todas as partes”

Archivo - Arquivo - O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi (arquivo)
-/Russian Foreign Ministry/dpa - Arquivo

MADRID, 13 jul. (EUROPA PRESS) -

As autoridades chinesas solicitaram nesta segunda-feira que se chegue a um acordo para o “restabelecimento o mais rápido possível” da “passagem segura” pelo Estreito de Ormuz, ressaltando que a reabertura dessa rota marítima “beneficia todas as partes”.

“O Estreito de Ormuz é uma rota marítima de navegação internacional. O restabelecimento o mais rápido possível de uma passagem segura e livre pelo estreito beneficia todas as partes”, afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, em declarações à imprensa.

Nesse sentido, ele enfatizou a necessidade de se chegar a um “acordo adequado” para resolver as questões relativas à passagem pelo estreito. “As preocupações compartilhadas pela comunidade internacional exigem uma resposta adequada. A China está disposta a manter o diálogo sobre o assunto com os países envolvidos e com a comunidade internacional”, afirmou, ressaltando sua vontade de que a crise em Ormuz seja resolvida pela via diplomática.

O Estreito de Ormuz volta a ser palco de tensões entre os Estados Unidos e o Irã em meio a uma troca de ataques militares e quando ambas as nações se acusam mutuamente de descumprimento do memorando de entendimento assinado em junho, que estabelecia uma trégua de 60 dias para, dentro desse prazo, chegar a um acordo sobre o programa nuclear de Teerã.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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