Publicado 20/03/2025 13:56

A China pede aos EUA que protejam seus estudantes e denuncia casos de "discriminação" institucional.

Archivo - Arquivo - Mao Ning, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China (arquivo)
Johannes Neudecker/dpa - Arquivo

MADRID 20 mar. (EUROPA PRESS) -

As autoridades chinesas pediram nesta quinta-feira ao governo dos Estados Unidos que "proteja" seus estudantes de casos de "discriminação" institucional, depois que um comitê da Câmara de Representantes dos Estados Unidos enviou uma série de cartas a várias universidades do país para solicitar dados detalhados sobre a população estudantil chinesa.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, disse que a "cooperação em educação" entre os dois países havia trazido "benefícios para ambos os lados" no passado. Ela lamentou o "exame minucioso" ao qual a população chinesa em solo americano está sendo submetida agora.

"Os Estados Unidos devem proteger os direitos legítimos dos estudantes", disse Mao, antes de pedir a Washington que "pare de generalizar as questões de segurança nacional". "Pedimos que não sejam tomadas medidas discriminatórias contra os estudantes chineses", disse ele.

Nesse sentido, ele disse que "a cooperação não apenas aumentou os canais de comunicação para os estudantes e melhorou o entendimento entre os dois povos, mas também promoveu o desenvolvimento econômico e tecnológico dos Estados Unidos", de acordo com um comunicado do ministério.

"Isso é do interesse de ambas as partes", enfatizou, observando que esses estudantes representam um quarto do número total de estudantes estrangeiros que estudam nos Estados Unidos.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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