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MADRID 23 dez. (EUROPA PRESS) -
As autoridades chinesas pediram nesta terça-feira aos Estados Unidos que cumpram seus "compromissos" em matéria nuclear e promovam o "desarmamento" deste tipo de armamento em nível internacional, depois que Pequim foi acusada de instalar uma centena de mísseis balísticos continentais na Mongólia.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, disse em uma coletiva de imprensa que os Estados Unidos "continuam sendo uma superpotência com o maior arsenal nuclear do mundo, o que torna urgente o cumprimento de suas responsabilidades nesse sentido".
"Os Estados Unidos devem reduzir significativamente seu arsenal a fim de criar condições que levem outros Estados nucleares a participar do processo de desarmamento", disse ele, de acordo com o jornal estatal 'Global Times'.
Ele também lamentou que Washington "não demonstre disposição para entrar em negociações" sobre o controle de armas e disse que as declarações sobre a suposta instalação de mísseis são "exageros".
"Essa postura", argumentou, "faz parte das táticas constantes dos Estados Unidos, projetadas para encontrar desculpas e acelerar a modernização de sua própria potência nuclear, minando assim a estabilidade estratégica global". "A comunidade internacional deve ter uma compreensão clara disso", disse ele.
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