Europa Press/Contacto/Maksim Konstantinov
MADRID 15 nov. (EUROPA PRESS) -
As autoridades chinesas apelaram no sábado ao Executivo dos Estados Unidos para que lhes peça prudência ao tratar de qualquer assunto relacionado a Taiwan, depois que a Casa Branca aprovou uma nova venda de armas a Taiwan avaliada em 330 milhões de dólares (cerca de 280 milhões de euros), no que é o primeiro contrato deste tipo desde que o presidente Donald Trump iniciou seu segundo mandato em janeiro.
Isso foi verbalizado pelo porta-voz do Escritório de Assuntos de Taiwan do Conselho de Estado da China, Chen Binhua, que pediu aos Estados Unidos que "abordem a questão de Taiwan com a máxima cautela", de acordo com declarações relatadas pela agência de notícias Xinhua.
Anteriormente, durante uma coletiva de imprensa, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, havia denunciado a nova venda de armas dos EUA para Taiwan como uma "clara violação do princípio de uma só China" pelo qual o gigante asiático é governado e pelo qual Taiwan é considerada outra província sob sua soberania.
Ele também acusou Washington de violar as "declarações conjuntas sino-americanas" das décadas de 1970 e 1980, além de "violar a lei internacional" e enviar "sinais errados às forças separatistas e pró-independência de Taiwan".
A proteção da segurança e da integridade territorial da China, alertou Lin, é uma questão de "importância vital para os interesses chineses" e "uma linha vermelha que não deve ser ultrapassada".
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