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MADRID 28 mar. (EUROPA PRESS) -
Representantes diplomáticos da China e das Filipinas se reuniram neste sábado para tentar aproximar suas posições, que estão muito distantes, sobre o conflito territorial que opõe os dois países há anos no Mar da China Meridional.
Guarda-costas e pescadores de ambos os países protagonizam frequentemente confrontos em zonas disputadas como Masinloc (ou Atol de Scarborough); uma tensão constante que agora se agravou devido a fatores externos, como a guerra no Irã e seu impacto nos mercados internacionais.
No entanto, o encontro realizado na cidade chinesa de Quanzhou, na província de Fujian, ocorreu em um clima positivo. Ambas as partes, explicou o Ministério das Relações Exteriores da China, destacaram uma troca de ideias “sincera e aprofundada” entre o vice-ministro das Relações Exteriores da China, Sun Weidong, e o subsecretário do Departamento de Relações Exteriores das Filipinas, Leo Herrera-Lim.
“A parte chinesa instou as Filipinas a apoiar suas palavras com ações, retomar a resolução dos problemas marítimos por meio do diálogo e da consulta, e criar condições favoráveis para a estabilização das relações bilaterais”, de acordo com o comunicado.
As Filipinas, por sua vez, enfatizaram a necessidade de manter o diálogo diplomático e gerenciar adequadamente as divergências, segundo o comunicado.
Ambas as partes mostraram-se otimistas quanto ao desenvolvimento das relações entre a China e a ASEAN, afirmando que, apesar de um ambiente complexo e volátil, fortaleceriam a comunicação e a coordenação para impulsionar a cooperação no Leste Asiático e salvaguardar a estabilidade e o desenvolvimento regionais.
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