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MADRID 26 fev. (EUROPA PRESS) - As autoridades chinesas estimaram nesta quinta-feira em 16 o número de condenados à morte após uma série de julgamentos contra dois grupos criminosos que operam no norte da Birmânia e que estão envolvidos em uma rede de fraude pela Internet e outros meios de telecomunicações.
O Supremo Tribunal Popular indicou que, no total, foram julgados 27.000 casos por atos de fraude no norte da Birmânia, com mais de 41.000 condenados, antes de acrescentar que, entre esses processos, houve alguns que afetaram as famílias Ming e Bai, dois dos principais grupos criminosos que operam nessa zona do país vizinho.
Assim, destacou que um total de 39 pessoas foram condenadas à prisão perpétua ou à pena capital, incluindo 16 condenados à morte, antes de afirmar que os referidos grupos foram totalmente desmantelados, conforme noticiado pela agência de notícias chinesa Xinhua.
Entre o final de janeiro e o início de fevereiro, as autoridades do gigante asiático executaram cerca de 15 membros dessas gangues mafiosas, que operam principalmente na região birmanesa de Kokang.
Esses grupos realizam atividades criminosas que vão desde fraudes por meio de telecomunicações e internet até sequestros, extorsões, homicídios, prostituição e gestão de cassinos, além do assassinato de vários cidadãos chineses.
Em 2023, a China lançou operações para combater as atividades dessas redes criminosas e, com a colaboração da Birmânia, prendeu milhares de pessoas que supostamente participavam nessas atividades, principalmente em Kokang e na sua capital, Laukkaing.
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