Mc2 Ryan Breeden/U.S. Navy / Zuma Press / Europa P
MADRID 20 out. (EUROPA PRESS) -
O Comando do Teatro Sul da China informou nesta terça-feira que enviou forças para as proximidades das ilhas Spratly, objeto de disputa entre vários países, após denunciar a “incursão ilegal” do navio de guerra norte-americano “USS Charleston”, cuja presença causou alarme.
Em um comunicado, o comando indicou que essa incursão ocorreu durante a madrugada e ressaltou que essas ilhas fazem parte do território chinês, apesar das contínuas reivindicações de Brunei, Malásia, Filipinas, Taiwan e Vietnã, que também reivindicam a soberania sobre partes do Mar da China Meridional.
“O navio de guerra ‘USS Charleston’ realizou uma incursão em águas próximas às ilhas Nansha (nome pelo qual são conhecidas na China) sem permissão do governo chinês. Isso levou o Exército Popular de Libertação da China a mobilizar forças para supervisionar as ações do navio, de acordo com o Direito Internacional”, afirma o texto.
Yin Gang, porta-voz das Forças Armadas da China, ressaltou que Pequim detém “soberania indiscutível” sobre essas ilhas e suas águas adjacentes. “As ações dos Estados Unidos infringem os direitos soberanos da China e prejudicam seus interesses”, lamentou.
Além disso, ele alertou que “elas ameaçam a segurança marítima e colocam em risco a estabilidade regional e a paz”. “Os Estados Unidos devem cessar imediatamente suas atividades”, afirmou Yin, que garantiu que as forças chinesas “estão em alerta”.
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