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MADRID 7 jan. (EUROPA PRESS) -
O governo chinês enfatizou que seus "direitos e interesses legítimos" na Venezuela, assim como os de outros países, "devem ser protegidos", após uma série de "exigências" dos Estados Unidos em seu plano de controlar sua indústria petrolífera em detrimento de outros parceiros comerciais de Caracas.
"A cooperação entre a China e a Venezuela é entre dois estados soberanos, protegidos pelo direito internacional e pelas leis correspondentes. Os direitos e interesses legítimos da China na Venezuela devem ser protegidos", disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Mao Ming, em uma coletiva de imprensa em Pequim na quarta-feira.
Nesse sentido, ela disse que as relações entre a China e a Venezuela continuarão como antes, assim como com outros países da região. "Continuaremos a fortalecer a cooperação e o apoio mútuo com os países da América Latina e do Caribe (...) "independentemente de como a situação evolua", disse.
A porta-voz enfatizou que "a Venezuela é um Estado soberano com soberania plena e permanente sobre seus recursos naturais e atividades econômicas", razão pela qual ela criticou os Estados Unidos por tentarem fazer valer suas próprias "exigências" em detrimento do direito internacional e dos direitos do povo venezuelano.
Mao enfatizou que primeiro as sanções anteriores e agora esse "uso flagrante da força" pelos Estados Unidos contra a soberania da Venezuela "afetou seriamente a ordem econômica e social do país", além de colocar em risco "a estabilidade da cadeia de suprimentos global".
Ele pediu aos EUA, em nome do governo chinês, que libertem imediatamente o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, e "resolvam a questão por meio de negociações".
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