Publicado 05/01/2026 04:10

A China enfatiza que "nenhum país" deve agir "como policial do mundo" ou "juiz internacional autoproclamado".

Archivo - Arquivo - O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, durante uma reunião em Moscou com seu colega russo, Sergei Lavrov, em dezembro de 2025 (arquivo)
Europa Press/Contacto/Mikhail Sinitsyn - Arquivo

Pequim afirma, após ataque dos EUA à Venezuela, que "a soberania e a segurança de todos os países devem ser totalmente protegidas".

MADRID, 5 jan. (EUROPA PRESS) -

O governo chinês ressaltou nesta segunda-feira que "nenhum país" deve agir "como policial do mundo" ou "se autoproclamar juiz internacional", em uma nova crítica ao ataque lançado no sábado pelos Estados Unidos contra a Venezuela e à "captura" do presidente do país sul-americano, Nicolás Maduro.

"Não acreditamos que nenhum país deva atuar como polícia mundial, nem concordamos que nenhum país deva ser um juiz internacional autoproclamado", disse o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, que ressaltou que "a soberania e a segurança de todos os países devem ser totalmente protegidas pelo direito internacional".

Ele enfatizou que "a China sempre se opõe à ameaça ou ao uso da força nas relações internacionais e se recusa a impor a vontade de um país a outros", durante uma reunião com seu colega paquistanês, Muhammad Ishaq Dar, de acordo com o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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