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Pequim afirma, após ataque dos EUA à Venezuela, que "a soberania e a segurança de todos os países devem ser totalmente protegidas".
MADRID, 5 jan. (EUROPA PRESS) -
O governo chinês ressaltou nesta segunda-feira que "nenhum país" deve agir "como policial do mundo" ou "se autoproclamar juiz internacional", em uma nova crítica ao ataque lançado no sábado pelos Estados Unidos contra a Venezuela e à "captura" do presidente do país sul-americano, Nicolás Maduro.
"Não acreditamos que nenhum país deva atuar como polícia mundial, nem concordamos que nenhum país deva ser um juiz internacional autoproclamado", disse o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, que ressaltou que "a soberania e a segurança de todos os países devem ser totalmente protegidas pelo direito internacional".
Ele enfatizou que "a China sempre se opõe à ameaça ou ao uso da força nas relações internacionais e se recusa a impor a vontade de um país a outros", durante uma reunião com seu colega paquistanês, Muhammad Ishaq Dar, de acordo com o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian.
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