Publicado 13/08/2025 03:46

A China diz que "expulsou" o destróier militar dos EUA após uma incursão "ilegal"

Archivo - RÚSSIA, MOSCOU - 9 de maio de 2025: O presidente da China, Xi Jinping, é visto após um desfile militar do Dia da Vitória na Praça Vermelha, marcando o 80º aniversário da vitória sobre a Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial
Europa Press/Contacto/Mikhail Tereshchenko

MADRID 13 ago. (EUROPA PRESS) -

As forças armadas chinesas asseguraram que "expulsaram" um destróier militar dos Estados Unidos das águas disputadas no Mar da China Meridional, por considerarem que ele havia entrado "ilegalmente" em uma área que Pequim considera parte de sua soberania.

O porta-voz do Comando Sul do Exército de Libertação Popular, He Tiecheng, disse que as forças chinesas monitoraram e avisaram o navio norte-americano antes que ele deixasse uma área próxima ao Atol de Scarborough, ou Mansiloc inferior, que as Filipinas também reivindicam como sua soberania.

Pequim argumenta que o navio dos EUA não estava autorizado a navegar nessas águas e, portanto, estava violando a soberania e a segurança. "Ele violou a lei internacional e as regras básicas que regem as relações internacionais", disse o porta-voz.

O exército reiterou que permanecerá vigilante na defesa da soberania nacional da China nesse território, dois dias depois que a mesma área foi palco de um impasse naval com as forças filipinas, no qual, de acordo com Manila, dois navios chineses colidiram.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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