Publicado 13/03/2025 09:00

China denuncia "manipulação política" da pandemia quando a teoria do laboratório é novamente descartada

Archivo - SANYA, 9 de agosto de 2022 -- Zhou Shixun, um turista que se tornou voluntário de Wuhan, na província de Hubei, no centro da China, registra informações sobre testes de ácido nucleico em uma área residencial em Sanya, província de Hainan, no sul
Europa Press/Contacto/Guo Cheng - Arquivo

MADRID 13 mar. (EUROPA PRESS) -

O governo chinês insistiu nesta quinta-feira que se opõe "firmemente" a "qualquer tipo de manipulação política" em relação à origem da pandemia da COVID-19, em resposta às últimas informações que levantam novamente a hipótese de que ela poderia ter surgido em um laboratório.

Os serviços de inteligência alemães indicaram em um relatório divulgado pelos jornais "Neue Zurcher Zeitung", "Suddeutsche Zeitung" e "Die Zeit" que reuniram evidências plausíveis de que a pandemia teve origem em um vazamento de laboratório na cidade chinesa de Wuhan.

Especificamente, de acordo com essa hipótese, o Instituto de Virologia de Wuhan, que estava pesquisando coronavírus, seria a origem do Sars-CoV-2, que poderia ter começado a se espalhar devido a algum tipo de acidente ou falha, informa a agência de notícias DPA.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, disse que tudo é "uma questão de ciência" e que os cientistas devem, portanto, ser deixados para trabalhar. Ela se ateve às conclusões de uma missão da Organização Mundial da Saúde (OMS), na qual as autoridades do gigante asiático colaboraram para enfatizar que a tese do laboratório é "extremamente improvável".

"Essa conclusão é amplamente reconhecida pela comunidade internacional, incluindo a comunidade científica", acrescentou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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