Publicado 14/02/2025 07:23

A China demonstra vontade de cooperar com os EUA e a Rússia para fortalecer o controle nuclear

Archivo - Arquivo - Guo Jiakun, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China.
Johannes Neudecker/dpa - Arquivo

MADRID 14 fev. (EUROPA PRESS) -

As autoridades chinesas expressaram nesta sexta-feira sua vontade de cooperar com os governos dos Estados Unidos e da Rússia para fortalecer o controle de armas nucleares no âmbito do mecanismo multilateral promovido pelas Nações Unidas para garantir a segurança global.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, disse que Pequim reafirma seu "total apoio a esse mecanismo de controle de armas", ao mesmo tempo em que reafirma sua disposição de "cooperar plenamente com os outros participantes", de acordo com um comunicado à imprensa.

Ele aplaudiu a tentativa do presidente dos EUA, Donald Trump, de retomar as conversas para reduzir o arsenal nuclear dos três países. Nesse sentido, ele declarou que a China "adere totalmente à política de não usar esse tipo de arma, exceto em caso de ataque" e lembrou que o país mantém suas forças nucleares em um nível mínimo.

"A China não faz parte de uma corrida armamentista com nenhum país", disse ele, antes de explicar que só tem armas que "lhe permitem garantir sua segurança nacional". "Os Estados Unidos e a Rússia possuem mais de 90% de todas as armas nucleares do planeta, portanto, esses dois países têm uma responsabilidade especial nessa questão", acrescentou.

"A redução dos arsenais nucleares deve ser feita levando-se em conta as necessidades de garantir a estabilidade estratégica global", disse ele, ressaltando que as relações entre a Rússia e a China "não dependem de influência externa".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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