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MADRID 20 maio (EUROPA PRESS) -
As autoridades chinesas também se mostraram dispostas a manter conversações com Taiwan na terça-feira, embora tenham enfatizado que deve haver "condições" específicas para isso, agora que o presidente taiwanês, Lai Ching Te, está no cargo há um ano.
O porta-voz do Escritório de Assuntos de Taiwan da China, Chen Binhua, ressaltou que as atividades "pró-independência" são geralmente "incompatíveis com a paz no Estreito de Taiwan", alertando que esse "confronto" vai "contra o diálogo e a boa vizinhança".
Ele disse, de acordo com o jornal estatal chinês 'Global Times', que "levando em conta o princípio de uma só China, poderíamos manter um diálogo sobre questões relevantes para promover a reunificação da pátria". "O recente discurso proferido pelo líder taiwanês continua a defender a independência e a postura separatista", disse ele.
Nesse sentido, ele esclareceu que "ele mancha a boa intenção ao falar sobre igualdade e dignidade". "A coisa toda está fadada ao fracasso", disse Chen, acrescentando que "não importa o que ele diga, eles não podem mudar o status quo na área e o fato de que a ilha faz parte da China".
Os laços entre as partes foram cortados em 1949, depois que as forças do partido nacionalista Kuomintang sofreram uma derrota na guerra civil contra o Partido Comunista e se mudaram para o arquipélago. As relações foram restabelecidas apenas em um nível comercial e informal no final da década de 1980.
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