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MADRID 10 fev. (EUROPA PRESS) - As autoridades chinesas manifestaram nesta terça-feira o seu apoio às “forças de reunificação” de Taiwan e reiteraram as suas ameaças contra os separatistas na ilha, palavras com as quais exortaram ao “patriotismo” em relação a um território que consideram mais uma província sob a sua soberania.
Wang Hunin, presidente do Comitê Nacional da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês, indicou que Pequim “irá atrás dos separatistas” e defenderá “a grande causa da reunificação nacional”. Para isso, oferecerá “seu máximo apoio” àqueles que a defendem, de acordo com informações coletadas pela agência de notícias Xinhua.
O alto funcionário do Partido Comunista Chinês, que está à frente da política do gigante asiático para questões relacionadas com Taiwan, indicou durante uma conferência anual que é necessário “mostrar esse apoio com determinação para derrotar os independentistas e se opor à interferência de forças externas”.
Além disso, reivindicou a importância de “salvaguardar a paz e a segurança no estreito de Taiwan”, ao mesmo tempo em que destacou que Pequim continua oferecendo a Taiwan um status semelhante ao de Hong Kong, que adere ao princípio de “um país, dois sistemas”.
Os laços entre a China e Taiwan foram rompidos em 1949, depois que as forças do partido nacionalista Kuomintang sofreram uma derrota na guerra civil contra o Partido Comunista e se mudaram para o arquipélago. As relações foram restabelecidas apenas em nível empresarial e informal na década de 1980.
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