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MADRID 18 fev. (EUROPA PRESS) -
O governo chinês tem apoiado qualquer iniciativa para avançar em direção à paz na Ucrânia, incluindo contatos entre os Estados Unidos e a Rússia, mas espera que Pequim e outros atores interessados, incluindo os europeus, possam participar de um possível futuro processo de paz.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun, enfatizou em uma coletiva de imprensa que o gigante asiático sempre defendeu o diálogo como forma de resolver qualquer crise e, no caso específico da Ucrânia, favoreceu qualquer aproximação entre as partes, de acordo com a mídia oficial.
Pequim, que manteve seus laços políticos e econômicos com Moscou apesar da invasão lançada em território ucraniano em fevereiro de 2022, considera que a Europa também deve sentar-se à mesa dessas negociações hipotéticas. O embaixador da China na ONU, Fu Cong, considera isso de fato "imperativo", como ele disse na segunda-feira em uma reunião do Conselho de Segurança da ONU.
"Uma vez que o conflito está ocorrendo em solo europeu, é imperativo que a Europa trabalhe pela paz", disse Fu, esperando que as partes possam, por fim, lidar com as causas subjacentes da "crise" para garantir "estabilidade duradoura" na região como um todo.
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