Publicado 16/06/2026 06:51

China critica os ataques de Israel contra o Líbano após o acordo entre os EUA e o Irã

Pequim exorta as partes a “demonstrarem moderação, tanto nas palavras quanto nas ações”, para concretizar um acordo de paz

Archivo - Arquivo - 10 de setembro de 2025, China, Pequim: Lin Jian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, fala durante a coletiva de imprensa diária do ministério. A China condenou veementemente o ataque aéreo de Israel à capital do C
Johannes Neudecker/dpa - Arquivo

MADRID, 16 jun. (EUROPA PRESS) -

O governo da China criticou nesta terça-feira os bombardeios lançados por Israel contra o Líbano após o acordo alcançado entre os Estados Unidos e o Irã e fez um apelo para que "demonstrem moderação, tanto nas palavras quanto nas ações" para consolidar o cessar-fogo e conseguir concretizar um acordo de paz no Oriente Médio.

"Exortamos as partes envolvidas a agirem com moderação, tanto nas palavras quanto nos atos, a defenderem a opção pela paz, a cumprirem fielmente os acordos de cessar-fogo, a alcançarem um cessar-fogo integral e duradouro, e a promover as condições para a paz e a estabilidade em todo o Oriente Médio”, afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian.

Assim, ele ressaltou que Pequim “está muito preocupada” com a continuidade desses ataques israelenses e destacou que “a soberania e a segurança” do Líbano devem ser respeitadas, conforme noticiado pelo jornal chinês ‘Global Times’, depois que o Irã garantiu que o cessar-fogo abrange todas as frentes e alertou os Estados Unidos sobre o impacto das ações de Israel.

O Paquistão, que atuou como mediador, anunciou no domingo um memorando de entendimento entre Washington e Teerã —confirmado por ambas as partes— para pôr fim à guerra aberta no Oriente Médio causada pela ofensiva lançada de surpresa em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel contra o país asiático.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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