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MADRID 27 abr. (EUROPA PRESS) -
O governo da China criticou nesta segunda-feira as sanções impostas pelos Estados Unidos contra empresas chinesas por supostas ligações com o Irã e condenou a imposição de medidas “ilegais e unilaterais” que “carecem de qualquer fundamento no Direito Internacional”.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Lin Jian, exigiu que Washington “cesse imediatamente a prática equivocada de abusar das sanções e da ‘jurisdição de longo alcance’”, em referência ao uso de leis nacionais em outras jurisdições.
“A China protegerá de forma decidida os direitos e interesses legítimos de suas empresas”, advertiu, um dia depois de a petroquímica chinesa Hengli, operadora da segunda maior refinaria privada do país, ter negado manter qualquer vínculo comercial com o Irã, motivo invocado pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos para impor, na última sexta-feira, sanções à empresa.
O Tesouro dos Estados Unidos, em sua lista de sanções, denunciou que a Hengli Petrochemical (Dalian) Refinery Co, operadora do grande complexo petroquímico da província de Liaoning, é um ator “vital” na sustentação da economia petrolífera do Irã “ao adquirir de Teerã bilhões de euros em petróleo bruto”.
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