Publicado 30/04/2025 09:13

A China convida o Parlamento Europeu a retomar as visitas sem esclarecer se suspenderá as sanções contra os eurodeputados

Archivo - (201230) -- BEIJING, 30 de dezembro de 2020 (Xinhua) -- O presidente chinês Xi Jinping se reúne com a chanceler alemã Angela Merkel, o presidente francês Emmanuel Macron, o presidente do Conselho Europeu Charles Michel e o presidente da Comissão
Europa Press/Contacto/Li Xueren - Arquivo

MADRID 30 abr. (EUROPA PRESS) -

O governo chinês pediu nesta quarta-feira laços mais estreitos com a União Europeia e disse que os deputados do Parlamento Europeu "são bem-vindos" no gigante asiático, apesar de essas visitas terem sido interrompidas em resposta a uma série de sanções que Pequim evitou esclarecer se revisará no curto prazo.

As autoridades chinesas mantêm vários membros do Parlamento Europeu na lista negra de sanções. No entanto, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun, enfatizou na quarta-feira que os contatos em nível parlamentar são "uma parte integral" das relações com a UE.

"Esperamos que os dois lados possam trabalhar juntos na mesma direção e fortalecer os intercâmbios", disse Guo quando perguntado em uma coletiva de imprensa sobre a possibilidade de uma revisão das sanções agora que, como ele mesmo admitiu, o relacionamento com a UE está em pleno "desenvolvimento".

O porta-voz ministerial enfatizou que o quinquagésimo aniversário do início das relações diplomáticas oferece "oportunidades importantes" para continuar fortalecendo os laços, enfatizando, por exemplo, que "a cooperação econômica e comercial é complementar e benéfica para ambos os lados".

"Nossa vontade comum, nas circunstâncias atuais, é respeitar o sistema multilateral de comércio e promover a liberalização", acrescentou, sem aludir diretamente à guerra tarifária lançada pelo presidente dos EUA, Donald Trump.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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