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MADRID 20 jan. (EUROPA PRESS) -
O governo da China confirmou nesta terça-feira ter recebido um convite do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que Pequim se junte ao Conselho de Paz para Gaza, criado na sequência da proposta de Washington para o futuro do enclave palestino após a ofensiva lançada por Israel em resposta aos ataques de 7 de outubro de 2023.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Guo Jiakun, indicou que o convite foi recebido e afirmou que as relações com Washington têm sido marcadas por uma “estabilidade dinâmica” durante o último ano.
“Isso beneficia os interesses comuns dos povos de ambos os países e atende às expectativas compartilhadas da comunidade internacional”, disse Guo, em um dia em que Trump completa um ano no cargo, segundo o jornal chinês Global Times.
A aplicação da primeira fase da proposta dos Estados Unidos começou em outubro, após um acordo entre Israel e o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), e trouxe consigo um cessar-fogo, enquanto o próprio Trump anunciou na semana passada o início da segunda fase, sem mais detalhes por enquanto.
O Conselho de Paz, que atuará como órgão de supervisão e será liderado por Trump, será composto por chefes de Estado de todo o mundo. Assim, o objetivo é abordar o conflito em Gaza e, posteriormente, expandir-se para tratar de outros conflitos em nível mundial.
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