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MADRID 1 mar. (EUROPA PRESS) - O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, condenou o “inaceitável” ataque dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, lembrando que havia um processo diplomático em andamento e levantou a necessidade de construir uma “frente conjunta” em nível internacional contra as “ações unilaterais”.
“É necessária uma frente comum contra as ações unilaterais”, afirmou Yi, de acordo com um comunicado do Ministério das Relações Exteriores chinês publicado após uma conversa entre Yi e seu homólogo russo, Sergei Lavrov.
Yi também criticou o “flagrante assassinato inaceitável de um líder soberano e a incitação a uma mudança de regime”. “São violações do direito internacional e das normas básicas das relações internacionais”, repreendeu.
Como resultado, “o conflito se espalhou pelo Golfo Pérsico e a situação no Oriente Médio se aproxima de um abismo perigoso”, segundo Yi, que propõe como saída para essa situação “a cessação imediata das ações militares” para evitar “uma escalada até um ponto incontrolável”, bem como o retorno ao diálogo e à negociação.
O terceiro ponto da posição chinesa é a “frente conjunta contra ações unilaterais”. “O ataque a Estados soberanos sem a autorização do Conselho de Segurança da ONU mina os alicerces da paz estabelecida após a Segunda Guerra Mundial. A comunidade internacional deve enviar um sinal claro e uma voz inequívoca contra o retorno à lei da selva”, argumentou.
O Ministério das Relações Exteriores chinês destaca que Lavrov indicou que “a Rússia compartilha a posição da China e deseja reforçar a coordenação e a comunicação com a China” para unificar posições com vistas à participação em espaços como a ONU ou a Organização para a Cooperação de Xangai. No momento, não há informações próprias da Rússia sobre a conversa entre Lavrov e Yi.
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