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Pequim enfatiza que Caracas "tem o direito" de "desenvolver uma cooperação mutuamente benéfica com outros países".
MADRID, 22 dez. (EUROPA PRESS) -
O governo chinês condenou nesta segunda-feira a "detenção arbitrária" de três navios petroleiros venezuelanos pelo exército dos Estados Unidos e destacou que essas ações são "uma grave violação do direito internacional", incidentes que Caracas criticou e classificou como "pirataria" por parte de Washington.
"A China se opõe firmemente às sanções unilaterais e ilegais impostas sem qualquer base no direito internacional ou autorização do Conselho de Segurança da ONU, bem como a qualquer ação que viole os propósitos e princípios da Carta da ONU e infrinja a soberania e a segurança de outros países", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian.
Ele enfatizou que "a Venezuela tem o direito de desenvolver de forma independente uma cooperação mutuamente benéfica com outros países", ao mesmo tempo em que afirmou que Pequim considera que "a comunidade internacional entende e apoia a posição da Venezuela na proteção de seus direitos e interesses legítimos", de acordo com o jornal chinês 'Global Times'.
Os Estados Unidos realizaram sua terceira incursão desse tipo nas águas da Venezuela no domingo, apesar do fato de que o terceiro petroleiro afetado não estava na lista de navios sancionados pelo Tesouro dos EUA, em meio a um "bloqueio" contra esses navios anunciado pelo presidente dos EUA, Donald Trump.
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