Publicado 27/04/2026 05:53

A China condena o ataque ao Jantar dos Correspondentes e rejeita "qualquer ato de violência"

Archivo - Arquivo - Lin Jian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China.
Johannes Neudecker/dpa - Arquivo

MADRID 27 abr. (EUROPA PRESS) -

As autoridades chinesas condenaram nesta segunda-feira o ataque ocorrido durante o Jantar dos Correspondentes, realizado no sábado em Washington, capital dos Estados Unidos, e rejeitaram qualquer “ato de violência”, declarações que surgem logo após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter alertado que a violência política “sempre esteve presente” no país.

Após o tiroteio ocorrido no fim de semana, que provocou a evacuação imediata de Trump e do vice-presidente, JD Vance, pelo Serviço Secreto, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, indicou que Pequim está “acompanhando de perto os acontecimentos”.

“Sempre nos opomos e condenamos atos ilegais de violência”, afirmou, segundo informações coletadas pela agência estatal chinesa de notícias Xinhua. Seus comentários surgem logo após líderes internacionais terem condenado um novo episódio de violência envolvendo Trump, como já ocorreu durante a tentativa frustrada de tirar sua vida em 2024, em um comício na Pensilvânia.

Entre eles estão a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e sua chefe diplomática, Kaja Kallas, que precisamente destacaram que “a violência política não tem lugar em uma democracia”; bem como o presidente do Governo espanhol, Pedro Sánchez, que também assinalou que “a violência nunca é o caminho” e que “a humanidade só avançará por meio da democracia, da convivência e da paz”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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