Publicado 02/03/2026 01:08

China condena assassinato de Jamenei, que considera uma "violação" da Carta das Nações Unidas

PEQUIM, 14 de fevereiro de 2026 — O presidente chinês Xi Jinping, também secretário-geral do Comitê Central do Partido Comunista Chinês (PCC) e presidente da Comissão Militar Central, discursa em uma recepção para dar as boas-vindas ao Ano Novo Chinês no
Europa Press/Contacto/Xie Huanchi

MADRID 2 mar. (EUROPA PRESS) -

O Ministério das Relações Exteriores da China condenou nesta segunda-feira o assassinato do líder supremo iraniano, o aiatolá Alí Jamenei, na campanha de bombardeios dos Estados Unidos e Israel iniciada no sábado sobre o Irã, que classificou como uma “grave violação” da soberania do país centro-asiático e um “atropelo” aos valores da Carta das Nações Unidas.

“O ataque e assassinato do líder supremo do Irã constitui uma grave violação da soberania e segurança do Irã, um abuso dos propósitos e princípios da Carta das Nações Unidas e das normas fundamentais das relações internacionais”, afirmou em coletiva de imprensa um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês.

O Ministério dirigido por Wang Yi manifestou assim que “se opõe firmemente e condena energicamente” a morte de Jamenei, pelo que instou à cessação “imediata das operações militares, para evitar uma maior escalada das tensões e salvaguardar conjuntamente a paz e a estabilidade no Médio Oriente”.

O próprio ministro condenou horas antes o “inaceitável assassinato flagrante de um líder soberano e a incitação a uma mudança de regime”, lembrando que constituem “violações do Direito Internacional”, e exigiu, por isso, uma “frente conjunta” a nível internacional contra as “ações unilaterais”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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