Europa Press/Contacto/Spencer Colby
MADRID 9 jun. (EUROPA PRESS) -
As autoridades chinesas apelaram nesta terça-feira a todas as partes para que mantenham a calma e não "reacendam" o conflito no Irã, diante de negociações que, em sua opinião, encontram-se em um "momento crítico".
“O conflito entre os Estados Unidos, Israel e o Irã, que já dura três meses, afetou gravemente os países do Golfo e toda a região do Oriente Médio. Os fatos demonstraram que os meios militares não trazem nenhuma solução e que o uso arbitrário da força apenas complicará ainda mais a situação”, avaliou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, em coletiva de imprensa.
Pequim insiste que as negociações entre o Irã e os Estados Unidos encontram-se em um “momento crítico”, pelo que “ninguém deve reacender o conflito militar”. “A soberania, a segurança e a integridade territorial dos países da região também devem ser respeitadas e defendidas”, afirmou.
Dessa forma, Lin pediu às partes envolvidas na crise no Oriente Médio que "ajam com moderação, ponham fim a qualquer ação de confronto que possa agravar o conflito, adotem medidas concretas para acalmar a situação, resolvam as disputas por meios políticos e diplomáticos, e trabalhar para alcançar o mais rápido possível um cessar-fogo completo e duradouro".
Assim, ele relembrou igualmente a posição da gigante asiática em relação ao conflito e as quatro propostas do presidente chinês, Xi Jinping, apresentadas para impulsionar os esforços em prol de um cessar-fogo, ressaltando que a China continua “desempenhando um papel positivo para restabelecer o mais rápido possível a paz e a tranquilidade” na região.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático