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MADRID 13 mar. (EUROPA PRESS) -
As autoridades chinesas anunciaram nesta sexta-feira o envio de US$ 200 mil (cerca de 175 mil euros) em ajuda humanitária ao Irã no âmbito da ofensiva lançada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã por meio da Sociedade da Cruz Vermelha Chinesa, ao mesmo tempo em que condenaram o grande número de vítimas civis.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Guo Jiakun, indicou durante uma coletiva de imprensa que Pequim “condena todos os ataques indiscriminados contra civis e alvos não militares”, como os ataques contra escolas. Assim, ele afirmou que “atacar crianças é uma violação ainda mais grave do Direito Internacional e ultrapassa os limites da moralidade e da consciência”, segundo informações do jornal chinês 'Global Times'.
Nesse sentido, ele transmitiu suas “mais profundas condolências” aos alunos da escola Shajare Tayebe de Minab, na província iraniana de Hormozgán, onde mais de 180 pessoas, a maioria estudantes, morreram em um ataque perpetrado em 28 de fevereiro, data em que começou a ofensiva.
“A China está disposta a continuar oferecendo a assistência necessária ao Irã, de acordo com o espírito do humanitarismo, para apoiar o povo iraniano a superar esses momentos difíceis”, afirmou.
Este é o primeiro pacote de ajuda anunciado pela China desde o início da guerra. Embora o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tenha inicialmente negado que os Estados Unidos estivessem envolvidos no ataque à escola, o magnata concordou agora em aceitar os resultados da investigação interna sobre o massacre.
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