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MADRID 14 nov. (EUROPA PRESS) -
As autoridades chinesas acusaram nesta sexta-feira os Estados Unidos de "violar sua soberania e interesses" ao aprovar uma nova venda de armas a Taiwan avaliada em 330 milhões de dólares (cerca de 280 milhões de euros), no que é o primeiro contrato deste tipo desde que o presidente Donald Trump iniciou seu segundo mandato em janeiro.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, disse durante uma coletiva de imprensa que isso também é uma "clara violação do princípio de uma só China" que rege o gigante asiático, que considera Taiwan uma província sob sua soberania.
Ele também acusou Washington de não cumprir as "declarações conjuntas sino-americanas", que datam das décadas de 1970 e 1980 e que desempenharam um papel fundamental no estabelecimento das relações bilaterais entre os dois países.
"Isso é uma violação da lei internacional e envia um sinal errado às forças separatistas e pró-independência de Taiwan", disse ele, de acordo com o Global Times. "A China se opõe claramente a essa decisão", acrescentou.
Lin enfatizou que essa questão é de "importância vital para os interesses chineses" e é "uma linha vermelha que não deve ser cruzada". "Pedimos aos Estados Unidos que sigam o princípio de uma só China", disse ele. "A China tomará todas as medidas necessárias para proteger sua segurança e integridade territorial.
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