Publicado 28/05/2025 17:28

O Chega, de extrema-direita, é a segunda força em Portugal após a contagem dos votos externos.

Archivo - Arquivo - André Ventura, líder do partido português de extrema-direita Chega!
PEDRO FIUZA / ZUMA PRESS / CONTACTOPHOTO - Arquivo

É a primeira vez que os socialistas, que caíram para o terceiro lugar, não conseguem conquistar cadeiras de portugueses no exterior.

MADRID, 28 maio (EUROPA PRESS) -

O partido de extrema-direita Chega, de Portugal, tornou-se a segunda força com o maior número de deputados na Assembleia após a contagem de quase 350 mil votos do exterior, tornando-se o líder da oposição e ultrapassando o Partido Socialista (PS), que caiu para o terceiro lugar.

A conservadora Aliança Democrática (AD) e o Chega dividiram igualmente os quatro deputados eleitos pelos portugueses no exterior, deixando o PS sem nenhuma cadeira no exterior, o que é a primeira vez em sua história. Com esses dois novos deputados para cada partido, a AD tem 91 assentos e o Chega 60, enquanto os socialistas têm 58 assentos.

De acordo com dados oficiais, o Chega foi o partido mais votado na França - um dos destinos tradicionais da migração portuguesa - com quase 29% dos votos, à frente do PS, com 14%, e da AD, com 13%. Na Suíça, que também tem uma forte presença de emigrantes portugueses, o Chega obteve mais de 45% dos votos.

Um dos deputados eleitos pelo Chega, Manuel Magno Alves, disse à agência de notícias Lusa que sua vitória foi uma "mensagem clara de que os portugueses "não querem mais o socialismo", mas "um Portugal para os portugueses".

Após as eleições antecipadas de 18 de maio, o PS e o Chega disputavam a liderança da oposição, pois estavam empatados com 58 deputados, depois que os socialistas sofreram uma queda significativa em relação às eleições de 2024, e Pedro Nuno Santos renunciou imediatamente ao cargo de secretário-geral do partido.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado