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MADRID 13 jul. (EUROPA PRESS) -
O chefe do Serviço Prisional de Israel, Kobi Yaakobi, anunciou que renunciará ao cargo se for indiciado pela Promotoria Pública, que está investigando se ele alertou um funcionário do serviço prisional na Cisjordânia sobre uma operação secreta de supostos benefícios para colonos israelenses radicais presos.
"Quero deixar o mais claro possível que tenho fé no sistema (legal) e estou absolutamente certo de que o caso contra mim será encerrado assim que tudo estiver totalmente esclarecido dentro do processo legal", disse Yaakobi em uma carta aberta relatada pelo The Times of Israel.
"Ao mesmo tempo, se uma decisão diferente for tomada, agirei de acordo com meu mais profundo compromisso com o serviço penitenciário e a alta missão que assumi de acordo com os valores de exemplaridade e responsabilidade", acrescentou.
Yaakobi está sendo investigado por seu suposto envolvimento em uma investigação secreta contra Avishai Muallem, um funcionário sênior da agência que supostamente encobriu uma investigação sobre a violência de judeus nacionalistas. Ele deve comparecer para responder às acusações antes de ser formalmente acusado ou não.
Enquanto isso, o ministro da Segurança Interna e líder do partido de extrema direita Jewish Power, Itamar Ben Givir, acusou o procurador-geral Gali Baharav-Miara de "ameaçar funcionários públicos que implementam a política das autoridades eleitas para politizar o sistema de segurança e proteger o 'estado profundo'", argumentou.
Yaakobi "obviamente continuará em seu cargo e manterá seu desempenho como tem feito até agora", reiterou o líder ultranacionalista judeu.
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